31 outubro, 2011

um pequeno passo para o homem ou passos enormes para a humanidade


que a brisa do Brasil beija e balança*

Gigolô de bibelôs,
Waly Salomão, Editora Brasiliense

* é um verso de Castro Alves

uma novidade não pode durar duas semanas

Espantalhos,
Oliverio Girondo, Língua Morta

um par de João Miguel Fernandes Jorge

Vinte e nove poemas,
João Miguel Fernandes Jorge, Na Regra do Jogo

À beira do mar de Junho,
João Miguel Fernandes Jorge, Na Regra do Jogo

from Birbantes to the world


Raspar o fundo da gaveta e enfunar uma gávea,
António Barahona, Averno

Sombra das minhas mãos,
António Barahona, LG

O sentido da vida é só cantar,
António Barahona, Assírio & Alvim

Amor único,
António Barahona, Arcádia

O som do sôpro,
António Barahona, Poesia Incompleta

pronto, mistura o que quiseres


Eis uma casa,
Manuel Filipe, Edição do autor

Ofício de viver,
Cesare Pavese, Relógio d´Água

The Bloodaxe Book of Contemporary Indian Poets,
AAVV, Bloodaxe

Mensagem,
Fernando Pessoa, BI

Onde não estou, tu não existes,
Marta Chaves, Tea For One

Antologia poética,
Marly de Oliveira, Editorial Nova Fronteira

Estórias domésticas,
Henrique Manuel Bento Fialho, Ovni

Poesía completa,
Catulo, Hiperión

Poemas do cárcere,
Ho Chi Minh, Laemmert


Monodrama,
Carlito Azevedo, Livros Cotovia

Tara,
Elena Medel, Dvd

Lábio cortado,
Rui Almeida, Livro do Dia

Disrupção,
Jorge Melícias, Cosmorama

Noites na Granja,
Rui Pedro Gonçalves, Edição do autor

A carvão,
Fernando de Castro Branco, Cosmorama

Selected poems - 1959-1989,
David Malouf, Chatto Poetry

Merry Christmas,
AAVV, Averno

Escreviver,
José Luís Grünewald, Perspectiva

Para acabar de vez com o juízo de deus
seguido de O teatro da crueldade,
Antonin Artaud, & etc

na segunda sala

Poesia reunida - 1967/2000,
Nuno Júdice, Dom Quixote

26 outubro, 2011

do camandro

Antologia,
Henri Michaux, Relógio d´Água

da sub-secção e antologias, não tem, pois não?

Poesía nórdica,
AAVV, Ediciones de la Torre

um poema

MOTE

No meu peito o meu desejo
da razão se fez tirano;
vejo nele certo dano,
incerto remédio vejo.

VOLTA

Pera de todo defender-me,
este mal por passar tinha:
ir eu contra a razão minha,
que morre por defender-me.
Da parte de meu desejo
me passo pera meu dano;
vejo que nisto me engano,
mas nenhum remédio vejo.

atribuído a Luís de Camões
in Lírica completa, Imprensa Nacional

toma e embrulha (quinze cds)

Collected poems, Seamus Heaney, RTE - Lannan


não ofereças, compra para ti

Elegias amorosas,
John Donne, Assírio & Alvim